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Acessibilidade informacional para usuários surdos na biblioteca da Universidade Federal Rural da Amazônia – Entrevista com Lisonete Lira / Divulga-CI

Acessibilidade informacional para usuários surdos na biblioteca da Universidade Federal Rural da Amazônia – Entrevista com Lisonete Lira / Divulga-CI

Confira nossa entrevista com a bibliotecária e pesquisadora Lisonete da Silva Lira, da Universidade Federal Rural da Amazônia. Em sua dissertação, defendida no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal do Pará, Lisonete Lira analisou a acessibilidade informacional para usuários surdos na biblioteca. Na entrevista, conheça mais sobre a trajetória da pesquisadora, suas produções, desafios, suporte e alcance da pesquisa.

#PessoasComDeficiência #PessoasSurdas #Acessibilidade #BibliotecasUniversitárias #Entrevista

Disponível em: https://www.divulgaci.labci.online/v-4-n-09-set-2026/acessibilidade-informacional-para-usuarios-surdos-na-biblioteca-da-universidade-federal-rural-da-amazonia-entrevista-com-lisonete-lira/

Resolução CFB nº 289, 21 de setembro de 2026 / CFB

Resolução CFB nº 289, 21 de setembro de 2026: Dispõe sobre a fixação de valores de anuidade e taxas devidas aos Conselhos Regionais de Biblioteconomia para o exercício de 2027 e dá outras providências. / CFB

Art. 1º Fixar os valores das anuidades e taxas devidas aos Conselhos Regionais de Biblioteconomia, pelos profissionais e pessoas jurídicas de direito público e privado, para o exercício de 2027, da seguinte forma:
a) Profissional: R$ 564,96; (…)

Art. 2º O pagamento integral da anuidade poderá ser efetuado mediante a concessão dos seguintes descontos:
I -15% (quinze por cento), se pago até 31 de janeiro de 2027 – R$ 480,22;
II -10% (dez por cento), se pago até 28 de fevereiro de 2027 – R$ 508,46;
III -5% (cinco por cento), se pago até 31 de março de 2027 – R$ 536,71.
Parágrafo único: os mesmos descontos se aplicam às anuidades de pessoas jurídicas de direito público e privado.

#CFB

via CFB

Disponível em: https://repositorio.cfb.org.br/handle/123456789/1469

O vigor da academia / realismo não mágico

O vigor da academia / realismo não mágico

Eu tenho como objetivo acadêmico fazer pesquisas que sejam minimamente relevantes, então não publico dezenas de artigos por ano. Na verdade, nem tenho publicado atualmente; isso não é normal para mim (eu sou proletária, logo não vivo para pesquisa, vivo para o banco de horas). Quando a academia aceita um recém doutor com 20, 30 artigos publicados, é óbvio que irão debochar de quem celebra suas meras duas pesquisas aceitas, para eles isso também é banal. É a corrida do lattes.

Nós estamos, sim, falando de um grupo de pessoas que, enquanto se acha paladino da equidade e da luta da classes, olha de cima o proletariado, menospreza a novidade, não aceita o diferente, define o que é sério e escolhe com critérios obscuros quem vai fazer parte desse universo (e também manipula esses critérios).

#Cientistas

Disponível em: https://gabrielapedrao.substack.com/p/o-vigor-da-academia

Livro propõe metodologia integrada para estudos de público em museus / Jornal da USP

Livro propõe metodologia integrada para estudos de público em museus / Jornal da USP

Compreender quem frequenta os espaços culturais e de que maneira o público interage com as exposições é um dos grandes desafios da gestão museológica contemporânea. Para responder a essa demanda, o Portal de Livros Abertos da USP lançou o livro digital Pesquisa de públicos em museus e ciência de dados: uma proposta metodológica integrada. De autoria dos pesquisadores Cleberson Henrique de Moura e Camilo de Mello Vasconcellos, vinculados ao Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP, a obra alia a perspectiva da cibermuseologia a ferramentas modernas de tecnologia de dados para mapear a experiência dos visitantes. A obra está disponível para download gratuito neste link.

A publicação propõe superar a separação tradicional entre pesquisas sociodemográficas e observações qualitativas. O modelo metodológico articulado pelos autores cruza dados de perfil dos frequentadores com análises de comportamento espacial. Isso inclui o monitoramento de trajetórias nas salas de exibição, tempos de permanência diante das peças e até estudos de movimentação ocular (eye-tracking), viabilizados por sensores, imagens digitais e bancos de dados relacionais.

#Museus #EstudosDeUsuários

via Jornal da USP

Disponível em: https://jornal.usp.br/universidade/livro-propoe-metodologia-integrada-para-estudos-de-publico-em-museus/

Entidades do livro enviam carta aberta a candidatos à Presidência / Publish News

Entidades do livro enviam carta aberta a candidatos à Presidência / Publish News

Transformação do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) em lei, orçamento para livros protegido e garantido, autonomia das redes e escolas, investimentos na formação dos professores, atualização das carreiras docentes, diálogo permanente com a sociedade civil e o setor do livro, elaboração de editais e atas de registro de preços. Essas são algumas das propostas contidas em uma carta aberta das entidades do livro (CBL, Snel e Abrelivros) para os candidatos à presidência da República — as eleições ocorrem no próximo domingo, dia 4 de outubro.

Entre os principais candidatos à presidência, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão) possuem planos específicos para o livro e a leitura, com muitas das propostas se sobrepondo a artigos do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL). Já Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) não mencionam o assunto em suas propostas de governo. As informações são da revista Quatro Cinco Um.

#Eleições #MercadoEditorial

via Publish News

Disponível em: https://www.publishnews.com.br/materias/2026/09/30/entidades-do-livro-enviam-carta-aberta-a-candidatos-a-presidencia

É preciso falar do custo cognitivo da IA / Outras palavras

É preciso falar do custo cognitivo da IA / Outras palavras

Cometer erros e experimentar caminhos que talvez não levem a lugar algum é crucial para o pensamento. Terceirizar essas etapas custa caro à cognição. Ao invés “aliviar” o esforço de pensar, ferramenta poderia ser um interlocutor capaz de impulsionar nosso raciocínio.

(…) Nem sempre será fácil distinguir uma ferramenta que amplia uma capacidade de outra que nos poupa de exercê-la, até porque a mesma ferramenta pode fazer as duas coisas em momentos diferentes. A inteligência artificial pode nos permitir pensar sobre problemas que antes estavam fora de nosso alcance e, ao mesmo tempo, tornar dispensável o exercício de partes do processo que costumávamos executar.

Talvez, por isso, uma tecnologia capaz de responder a praticamente qualquer pergunta introduza uma questão que não existia com a mesma intensidade antes: descobrir quais respostas queremos obter imediatamente e quais perguntas ainda vale a pena carregar conosco por algum tempo.

#SedentarismoCognitivo #IA

via Outras Palavras

Disponível em: https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/e-preciso-falar-do-custo-cognitivo-da-ia/

O ensino de gestão de dados na graduação em Biblioteconomia / REBECIN

O ensino de gestão de dados na graduação em Biblioteconomia / REBECIN

A experiência narrada e sua problematização revelam-se como um caderno de práticas destinado a docentes do campo da Biblioteconomia e da Ciência da Informação, interessados em apresentar a Gestão de Dados enquanto disciplina que congrega o desafio de pensar intervenções teórico-metodológicas capazes de gerenciar grandes volumes de dados, de diferentes naturezas, desde sua estruturação até o reuso. Outrossim, debate como essas atividades se articulam com as práticas biblioteconômicas. O estudo proporciona aos Núcleos Docentes Estruturantes e aos docentes da área perspectivas de conteúdos programáticos e de atividades de avaliação da aprendizagem passíveis de aplicação no design pedagógico de disciplinas similares.

#EnsinoDeBiblioteconomia #GestãoDeDadoDePesquisa

Disponível em: https://portal.abecin.org.br/rebecin/article/view/463

21 ferramentas de IA para Bibliotecários / Stephens Lighthouse

21 ferramentas de IA para Bibliotecários / Stephens Lighthouse

Comece com *um problema real da biblioteca*. Escolha uma ferramenta, utilize-a adequadamente por um mês e veja se ela realmente economiza tempo ou melhora o serviço. A IA pode lidar com algumas tarefas repetitivas. Mas o discernimento, o contexto e a interação humana com o leitor, estudante ou pesquisador continuam sendo atribuições do bibliotecário.

#FerramentasOnline #IA

Disponível em: https://stephenslighthouse.com/2026/10/03/22-ai-tools-for-librarians/

Processos sobre desinformação e propaganda digital triplicam nas eleições de 2026 / Núcleo

Processos sobre desinformação e propaganda digital triplicam nas eleições de 2026 / Núcleo

O volume de reclamações judiciais sobre desinformação e publicidade digital irregular quase triplicou na Justiça Eleitoral em 2026 em relação às eleições de 2022, totalizando 9.571 processos no mesmo período até 1º.out.2026.

Esse montante corresponde a 11,4% do total de processos desse ciclo eleitoral, frente a 4,1% das eleições de 2022, de acordo com análise de dados feita pelo Núcleo.

A maioria desse tipo de processos envolve propaganda irregular em redes sociais e na internet em geral, inclusive impulsionamento de conteúdo denunciado.

#Desinformação #Eleições

Disponível em: https://nucleo.jor.br/interativos/2026/10/02/processos-sobre-desinformacao-e-propaganda-digital-triplicam-nas-eleicoes-de-2026/

Jornalismo científico enfrenta novo colapso 40 anos depois / Poder 360

Jornalismo científico enfrenta novo colapso 40 anos depois / Poder 360

Ao que parece, os pessimistas de hoje têm alguns pontos a seu favor: das 29 revistas de divulgação científica de destaque criadas nos Estados Unidos desde o século 19, só 11 permanecem. E 8 desses fechamentos ocorreram desde 2000.

De longe, a perda mais drástica da versão impressa nos últimos tempos é a da Popular Science, uma publicação que remonta à Popular Science Monthly de 1872. Até 2011, a Popular Science tinha uma distribuição total de mais de 1 milhão de revistas por mês. Mas a publicação passou a ser bimestral, depois trimestral e, por fim, cessou completamente a versão impressa em 2021. No final de 2023, não havia mais revista digital. A publicação continua a produzir conteúdo científico on-line e 2 podcasts.

A National Geographic, outra gigante do setor de revistas, também enfrentou dificuldades. Em 2023, demitiu vários redatores, segundo reportagem do Washington Post, e suspendeu as vendas mensais em bancas de jornal. A revista continua sendo publicada em versão impressa.

O fato de 3 das publicações mais antigas e conhecidas –Scientific American, Popular Science e National Geographic– terem sofrido cortes orçamentários nos últimos anos certamente indica que algo mais profundo está acontecendo.

#DivulgaçãoCientífica

Disponível em: https://www.poder360.com.br/nieman/jornalismo-cientifico-enfrenta-novo-colapso-40-anos-depois/

Alfabetização no Brasil é tarefa tardia, mas inadiável / Revista Educação

Alfabetização no Brasil é tarefa tardia, mas inadiável / Revista Educação

Algumas crianças começam seu percurso escolar já tendo participado de situações em que a leitura e a escrita são utilizadas socialmente: ouvem histórias lidas por seus pais, exploram livros de literatura, observam adultos lendo e escrevendo listas, bilhetes, convites, placas etc. Outras crianças, porém, não vivenciam de forma cotidiana contatos com as práticas de escrita e de leitura antes de ingressar na escola e deverá ser nesse ambiente que se iniciarão como leitoras e escritoras efetivamente.

No Brasil, segundo dados de 2025 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), cerca de 29% da população entre 15 e 64 anos é considerada analfabeta funcional. São pessoas sem a capacidade de ler e compreender textos com algum grau de complexidade e igualmente de produzir textos, exceto uma lista ou um bilhete.

#Alfabetização

Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2026/09/30/alfabetizacao-no-brasil-e-tarefa-tardia/

Presenças indígenas na universidade: deslocamentos e multiletramentos / Trabalhos em Linguística Aplicada

Presenças indígenas na universidade: deslocamentos e multiletramentos / Trabalhos em Linguística Aplicada

Fundamentado teoricamente em autores como Brian Street, Davi Kopenawa, Célia Xakriabá e André Baniwa, o trabalho analisa as tensões decorrentes da centralidade do modelo autônomo de escrita alfabética e das dinâmicas eurocêntricas acadêmicas, tecendo diálogos com as práticas comunicativas orais e visuais de diferentes populações indígenas. O material empírico, mobilizado para a análise de diferentes regimes de conhecimento e práticas de letramento, reúne experiências didáticas desenvolvidas com estudantes indígenas, com destaque para a produção de memes sobre suas vivências acadêmicas. A análise dessas produções evidencia tensões relacionadas à linguagem acadêmica, à escrita, à leitura, ao uso de referências e às normas de produção científica, ao mesmo tempo em que revela pontes dialógicas possíveis entre diferentes modos de aprender, comunicar e produzir conhecimentos, em direção à justiça epistêmica. Defende-se, assim, que os letramentos acadêmicos podem ser compreendidos como espaços de interlocução e transformação dos próprios modos de produção e legitimação do conhecimento na universidade.

#PovosIndígenas #Universidades #EducaçãoIndígena

Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/article/view/8684638